A Câmara Municipal de Lagoa atribuiu uma ambulância e um drone a 21 de junho passado aos Bombeiros Voluntários de Lagoa (BVL).

O investimento total ronda os 70.000 euros e tem por base um protocolo com os Bombeiros Voluntários e a Proteção Civil que tem vindo a ser reforçado todos os anos, segundo o Presidente da autarquia, Francisco Martins. Esta é a quarta ambulância entregue pelo município àquela corporação, depois da atribuição de um carro de fogo, e o seu valor surge dos cerca de meio milhão de euros atribuídos no Orçamento Municipal.

Esta ambulância dispõe, nas palavras do Presidente da Direção dos BVL, Joaquim Lima “do que de melhor há em termos de emergência médica”. A viatura vem colmatar duas situações: a ausência da viatura do INEM, atribuída a corporação desde 9 de Janeiro e que se encontra em oficina a aguardar reparação; e a ausência de uma outra viatura, há 3 meses na oficina “com uma avaria complicada”.

“Temos três carros – este vai ser o quarto – para socorrer, de imediato, nunca descurando o concelho, para o qual fica sempre reservada uma viatura”, referiu do Presidente da Direção dos Bombeiros Voluntários.

Em termos de meios de apoio a autarquia atribuiu ainda aos BVL um drone, no valor de “6.000 euros, com todo o material de suporte a ele associado”, referiu Francisco Martins. O drone de reconhecimento atinge uma altitude máxima de 6.000 metros e um alcance até 500 metros e vai permitir ir mais longe em situações de fogos florestais e despiste falsas suspeitas em locais onde os riscos para os bombeiros são elevados. “Está mais dimensionado para assistir os acidentes que acontecem nas nossas falésias, em furnas e áreas de difícil acesso e, muitas vezes, sem a certeza de que a vítima esteja de facto no local”, referiu Francisco Martins. “Os ‘soldados da paz’ são muitas vezes colocados em risco sem esta certeza. É, por isso, um meio complementar que pode ajudar, uma vez que a sua existência permitirá avaliar a vítima e assisti-la com mais rapidez”, reiterou.

O presidente da autarquia reforçou ainda na altura a intensão de substituir as viaturas da corporação, atendendo à legislação que limita para cinco os anos de circulação, e de atribuir a viatura mais adequada à realidade em causa ao município de São Domingos, em Cabo Verde. “Existem carros de transporte de doentes diários para hemodiálise e fisioterapia que começam a trabalhar às seis da manhã e terminam à meia-noite. São carros com 8/9 anos e têm 600, 700 mil quilómetros…”, referiu o Comandante dos BVL , Vítor Rio, e responsável pela Proteção Civil.

Os Bombeiros Voluntários dispõem atualmente de 52 trabalhadores, 27 viaturas operacionais, entre 14 ambulâncias, 4 carros de fogo e dois autotanques, 2 jipes de comando, 2 carros de desencarceramento, 1 jipe de salvamento e dois barcos.

 

 

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